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Tendência mundial, coliving ganha espaço nas imobiliárias paulistanas

Tendência mundial, coliving ganha espaço nas imobiliárias paulistanas

Uma nova tendência de moradia compartilhada está ganhando adeptos pelo mundo. Considerado um novo estilo de vida, o coliving é muito mais que dividir a mesma casa com pessoas que não são seus familiares, é compartilhar experiências e ideias com pessoas que estão na mesma sintonia que a sua.

Diferente das repúblicas de estudantes, os adeptos desse novo estilo de vida já estão estabelecidos em suas carreiras, e ao invés de comprar seu próprio apartamento, preferem compartilhar suas vivências com outros.

O diretor da Imobiliária Nova São Paulo, Rodrigo Falcão Vaz explicou em entrevista como funciona o coliving e revelou como as imobiliárias estão se preparando para atender esse novo perfil de cliente.

  • Qual perfil do público brasileiro está no coliving? É o mesmo perfil de público que se vê em outros países?

No Brasil o aluguel compartilhado é mais comum entre os jovens estudantes, as famosas repúblicas, que são imóveis com aluguéis de baixo custo por pessoa e próximos a universidades. Porém, em outros países, além dos estudantes, grupos de profissionais estabelecidos, famílias e amigos, têm se associado para dividir espaços. Os motivos são diversos, as fases da vida também. O foco principal é a troca de experiências, a divisão de tarefas e a vivência coletiva. Existem residências compartilhadas por artistas, que desenvolvem projeto em conjunto, por exemplo. 

  • As repúblicas brasileiras são formadas por estudantes que, muitas vezes, recebem ajuda dos pais para manter os gastos durante a fase universitária. A independência financeira de quem procura o coliving diferencia esse espaço das tradicionais repúblicas?

Sim. O morador do novo conceito de coliving normalmente está estabelecido profissionalmente e opta por dividir a residência porque entende que tem mais benefícios ao viver junto com pessoas com afinidades e dividir custos e deveres.

  • O que mais pode ser considerado um diferencial no coliving se compararmos com os modelos tradicionais de moradia compartilhada?

É possível alugar mansões e, portanto, ter uma área de lazer incrível, por um preço acessível.  Além disso, os moradores podem se sentir mais seguros e receber ajuda uns dos outros, o que é muito positivo em uma cidade agitada como São Paulo.

  • Existem ainda poucas opções de coliving no Brasil. Acredita que o modelo familiar tradicional no qual vive o brasileiro e o fato de os jovens estarem saindo mais tarde de casa pode atrapalhar?

Não. Acredito que o coliving pode ser considerado até uma opção àqueles que querem sair da casa dos pais, mas não querem perder o conforto que tinham. É uma nova forma de pensar. Um estilo de vida.

  • A Nova São Paulo já está trabalhando com coliving?

Sim. Temos imóveis cadastrados para locação com essa possibilidade.

  • Em quais localidades da cidade a imobiliária pretende manter imóveis com esse perfil?

Preferencialmente em bairros residenciais com grande área construída. Bairros como Planalto Paulista, Jardim da Saúde, Campo Belo, Aclimação, Vila Mariana, são exemplos de localidades que têm imóveis nesse perfil.

  • Quais requisitos são procurados e ajudam o cliente na hora de escolher o coliving?

Pessoas comunicativas, com espírito jovem (independente da idade), dispostas a compartilhar. A Nova São Paulo fará um perfil detalhado de cada interessado em participar do coliving e promoverá reuniões para aproximar potenciais compradores.

  • Acredita que as imobiliárias estão preparadas para trabalhar com esse modelo de moradia e com esse novo público?

É uma novidade. Provavelmente leve tempo até as empresas se adaptarem a essa realidade.

  • Como funciona o pagamento do aluguel nesse modelo de moradia?

Cada locatário alugará um espaço “exclusivo” da moradia, como um dormitório, e pagará proporcionalmente de acordo com o tamanho do seu espaço privativo. Os espaços comuns da residência (cozinha, salas, jardins, etc.) serão de uso coletivo e as regras deverão ser estabelecidas em conjunto entre os moradores, que poderão estipular um valor de condomínio mensal para arcar com custos comuns (limpeza, IPTU, manutenção, etc.).

  • Como se dá a elaboração do contrato de locação?  Existirá um período obrigatório de permanência? Como será a relação entre a imobiliária e esse novo perfil de inquilino?

Os móveis poderão ser incluídos ou não na locação. Dependerá de cada imóvel e do combinado entre as partes. Com relação aos prazos e multas contratuais, estes serão estipulados de acordo com a lei do inquilinato, porém, versarão apenas sobre a parcela do imóvel que está sendo alugado e serão mais flexíveis do que um contrato de locação comum.

  • Já existem clientes interessados?

Sim. Existem muitas pessoas que gostariam de morar em locais como estes, e aguardam um serviço que lhes aproxime de outros moradores.

Com um modelo de atendimento especializado para cada segmento imobiliário, a Nova São Paulo preparou seus consultores para atender os clientes interessados em adotar o coliving como estilo de vida.

Assessoria Correspondente Caixa Secovi
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